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HERANÇA NATIVA

Encontro das expressões socioculturais dos povos originários do Ceará, o Encontro Herança Nativa aproxima povos indígenas, ciganos, quilombolas, comunidades sertanejas e serranas em um coletivo que valoriza a memória social, preserva a própria cultura e motiva outros povos a também reconhecer suas origens.

A cada ano, são identificadas novas expressões da cultura tradicional do Ceará, acolhidas nesta rede motivada pelo Sesc e que guarda imensurável patrimônio cultural do estado.

Essa ação do Sesc também busca a difusão de grupos que transmitem e desenvolvem práticas históricas de longa duração, como o canto, a dança, a música, a espiritualidade, o cultivo e a alimentação, de modo que amplia os horizontes, alarga os repertórios, produz aprendizagens significativas e constrói sentidos plurais e amplos.

O Herança Nativa é realizado pelo Sesc, instituição do Sistema Fecomércio, criado e mantido pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo do Estado do Ceará.

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Tremembé - Acaraú

Tendo a resistência como forte característica, o povo Tremembé está presente atualmente nos municípios de Itarema, Itapipoca e Acaraú. Em relatos históricos, já ocuparam a faixa litorânea do Pará ao Rio Grande do Norte. Ainda hoje, enfrentam batalhas pela manutenção da própria cultura, pela garantia da própria terra e pela liberdade de seu povo. Exímios pescadores e agricultores, vivem das riquezas do mar e da terra. É dessa natureza que extraem as matérias para curar corpo e alma, através de uma ciência que não está nos livros, mas que é transmitida de geração em geração pela oratória.

Manifestações Culturais

– Dança do Torém, ritual tradicional que une homens e mulheres;

– Festa do Murici e Batiputá, realizada em janeiro em homenagem à mãe natureza;

– “Rêzo”, tradicional reisado;

– Bulieira, brincadeira do coco;

– Uso de ervas e plantas medicinais;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Renda de bilros;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Cerâmica em barro;

– Pintura Toá, pigmentação de argila extraída dos rios, utilizada na pintura das casas;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tremembé - Itarema

Tendo a resistência como forte característica, o povo Tremembé está presente atualmente nos municípios de Itarema, Itapipoca e Acaraú. Em relatos históricos, já ocuparam a faixa litorânea do Pará ao Rio Grande do Norte. Ainda hoje, enfrentam batalhas pela manutenção da própria cultura, pela garantia da própria terra e pela liberdade de seu povo. Exímios pescadores e agricultores, vivem das riquezas do mar e da terra. É dessa natureza que extraem as matérias para curar corpo e alma, através de uma ciência que não está nos livros, mas que é transmitida de geração em geração pela oratória.

Manifestações Culturais

– Dança do Torém, ritual tradicional que une homens e mulheres;

– Festa do Murici e Batiputá, realizada em janeiro em homenagem à mãe natureza;

– “Rêzo”, tradicional reisado;

– Bulieira, brincadeira do coco;

– Uso de ervas e plantas medicinais;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Renda de bilros;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Cerâmica em barro;

– Pintura Toá, pigmentação de argila extraída dos rios, utilizada na pintura das casas;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tremembé - Itapipoca

Tendo a resistência como forte característica, o povo Tremembé está presente atualmente nos municípios de Itarema, Itapipoca e Acaraú. Em relatos históricos, já ocuparam a faixa litorânea do Pará ao Rio Grande do Norte. Ainda hoje, enfrentam batalhas pela manutenção da própria cultura, pela garantia da própria terra e pela liberdade de seu povo. Exímios pescadores e agricultores, vivem das riquezas do mar e da terra. É dessa natureza que extraem as matérias para curar corpo e alma, através de uma ciência que não está nos livros, mas que é transmitida de geração em geração pela oratória.

Manifestações Culturais

– Dança do Torém, ritual tradicional que une homens e mulheres;

– Festa do Murici e Batiputá, realizada em janeiro em homenagem à mãe natureza;

– “Rêzo”, tradicional reisado;

– Bulieira, brincadeira do coco;

– Uso de ervas e plantas medicinais;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Renda de bilros;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Cerâmica em barro;

– Pintura Toá, pigmentação de argila extraída dos rios, utilizada na pintura das casas;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Anacé - São Gonçalo do Amarante

Não há cadastros para essa tribo.

Anacé - Caucaia

Não há cadastros para essa tribo.

Anacé - São Benedito

Não existem cadastros para esse povo.

Tapeba - Caucaia

Formado pela união de povos que foram desterritorializados como Potyguara, Tremembé, Kariri, Jucás e Tapuia, o povo Tapeba vive no município de Caucaia entre rios, mangues, praias, serras e sertões. Perseguidos desde o relatório provincial de 1863, que decretou a extinção dos índios no Ceará, somente em 1980, conseguiram apoio com Dom Aloísio Lorscheider para sair da invisibilidade e lutar pelo movimento indígena. Carregam a tradição e reverenciam os elementos da natureza como povo nativo originário.

Manifestações Culturais

– Festa da Carnaúba, realizada em setembro;

– Jurema, planta tradicional utilizada em rituais de cura e espiritualidade;

– Dança Guerreiro Tapeba;

– Dança Toré;

– Grupo Cultural das Amanajés;

– Uso de ervas e plantas medicinais;

Artesanias

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Biojoias, artesanato a base de sementes;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida ritualística feita à base de caju fermentado;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Pitaguary - Maracanaú

A região localizada entre os municípios de Maracanaú e Pacatuba preserva uma forte e complexa tradição do povo Pitaguary. Suas matas e mananciais, relativamente protegidos, guardam segredos, religiosidade e ensinamentos da natureza que sobrevivem aos anos, como é o caso da Caipora, guardiã que persegue os invasores do local.

Manifestações Culturais

– Uso do cachimbo e de plantas medicinais para cura e purificação;

– Festa do Uricuri, ritual sagrado;

– Dança do Coco do Uricuri;

– Árvores sagradas como mandioca, carnaúba e jurema;

– Rainha das Pedras, encantado Rosalinda;

– Rituais de cura e xamanismo ao som de tambores e maracás;

Artesanias

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

Práticas alimentares

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Pitaguary - Pacatuba

A região localizada entre os municípios de Maracanaú e Pacatuba preserva uma forte e complexa tradição do povo Pitaguary. Suas matas e mananciais, relativamente protegidos, guardam segredos, religiosidade e ensinamentos da natureza que sobrevivem aos anos, como é o caso da Caipora, guardiã que persegue os invasores do local.

Manifestações Culturais

– Uso do cachimbo e de plantas medicinais para cura e purificação;

– Festa do Uricuri, ritual sagrado;

– Dança do Coco do Uricuri;

– Árvores sagradas como mandioca, carnaúba e jurema;

– Rainha das Pedras, encantado Rosalinda;

– Rituais de cura e xamanismo ao som de tambores e maracás;

Artesanias

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

Práticas alimentares

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Janipapo-Kanindé - Aquiraz

Uma característica que se destaca entre os Jenipapo-Kanindé é o matriarcado, iniciado e mantido pela Cacique Pequena que é responsável pelo povo que mora próximo à Lagoa Encantada, em Aquiraz. Um ponto imponente da região é o Morro do Urubu, onde se preserva uma vegetação nativa e são realizados rituais. Devido à organização dos integrantes, conquistaram educação e saúde, além de terem o turismo comunitário mais desenvolvido entre os povos indígenas.

Manifestações Culturais

– Festa do Marco Vivo, caminhada tradicional até o limite da terra em luta e confraternização;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Kanindé - Aratuba

Divididos entre a Serra da Gameleira, no município de Canindé, e o Sítio Fernandes, no município de Aratuba, o povo Kanindé tem uma história remanescente de lutas com os colonizadores portugueses, conforme relatos históricos. Os sobreviventes desses conflitos foram aldeados junto aos Jenipapo, em Quixadá, e, posteriormente, migraram para a região do maciço de Baturité, unindo grupos Kanindé, Quixelo e Paiacu em um dos mais antigos aldeamentos jesuíticos do Ceará, o Monte-Mor. Possui um museu comunitário que guarda a memória indígena com peças arqueológicas, artefatos, artesanato e grande variedade de objetos, idealizado por Cacique Sotero.

Manifestações Culturais

-Caça de pequenos animais com instrumentos como quixó e arapuca;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

ARATUBA – POVO KANINDÉ

Divididos entre a Serra da Gameleira, no município de Canindé, e o Sítio Fernandes, no município de Aratuba, o povo Kanindé tem uma história remanescente de lutas com os colonizadores portugueses, conforme relatos históricos. Os sobreviventes desses conflitos foram aldeados junto aos Jenipapo, em Quixadá, e, posteriormente, migraram para a região do maciço de Baturité, unindo grupos Kanindé, Quixelo e Paiacu em um dos mais antigos aldeamentos jesuíticos do Ceará, o Monte-Mor. Possui um museu comunitário que guarda a memória indígena com peças arqueológicas, artefatos, artesanato e grande variedade de objetos, idealizado por Cacique Sotero.

Manifestações Culturais

-Caça de pequenos animais com instrumentos como quixó e arapuca;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Kanindé - Canindé

Divididos entre a Serra da Gameleira, no município de Canindé, e o Sítio Fernandes, no município de Aratuba, o povo Kanindé tem uma história remanescente de lutas com os colonizadores portugueses, conforme relatos históricos. Os sobreviventes desses conflitos foram aldeados junto aos Jenipapo, em Quixadá, e, posteriormente, migraram para a região do maciço de Baturité, unindo grupos Kanindé, Quixelo e Paiacu em um dos mais antigos aldeamentos jesuíticos do Ceará, o Monte-Mor. Possui um museu comunitário que guarda a memória indígena com peças arqueológicas, artefatos, artesanato e grande variedade de objetos, idealizado por Cacique Sotero.

Manifestações Culturais

-Caça de pequenos animais com instrumentos como quixó e arapuca;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

ARATUBA – POVO KANINDÉ

Divididos entre a Serra da Gameleira, no município de Canindé, e o Sítio Fernandes, no município de Aratuba, o povo Kanindé tem uma história remanescente de lutas com os colonizadores portugueses, conforme relatos históricos. Os sobreviventes desses conflitos foram aldeados junto aos Jenipapo, em Quixadá, e, posteriormente, migraram para a região do maciço de Baturité, unindo grupos Kanindé, Quixelo e Paiacu em um dos mais antigos aldeamentos jesuíticos do Ceará, o Monte-Mor. Possui um museu comunitário que guarda a memória indígena com peças arqueológicas, artefatos, artesanato e grande variedade de objetos, idealizado por Cacique Sotero.

Manifestações Culturais

-Caça de pequenos animais com instrumentos como quixó e arapuca;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Gavião - Boa Viagem

Atualmente morando em Monsenhor Tabosa, na comunidade de Boa Vista, o povo Gavião se estabeleceu inicialmente em Crateús. Todos os índios deste povoado são descendentes de uma única família, formada quando a parteira Alzira se casou com o índio Gavião, no Piauí, e vieram morar na região da Serra das Matas. Os filhos, netos e bisnetos desta união que formam o povo Gavião. Uma das atividades culturais em que mais se destacam é a música, sendo o Toinho Gavião um puxador de toré que vem compondo interessantes temas sobre a cultura de seu povo.

Manifestações Culturais

– Luta indígena;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Gavião - Monsenhor Tabosa

Atualmente morando em Monsenhor Tabosa, na comunidade de Boa Vista, o povo Gavião se estabeleceu inicialmente em Crateús. Todos os índios deste povoado são descendentes de uma única família, formada quando a parteira Alzira se casou com o índio Gavião, no Piauí, e vieram morar na região da Serra das Matas. Os filhos, netos e bisnetos desta união que formam o povo Gavião. Uma das atividades culturais em que mais se destacam é a música, sendo o Toinho Gavião um puxador de toré que vem compondo interessantes temas sobre a cultura de seu povo.

Manifestações Culturais

– Luta indígena;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tabajara - Monsenhor Tabosa

Conhecidos também como Tabajara de Fidélis, migraram do município de Crateús em busca de melhores condições de vida e possuem uma profunda relação entre negros e índios. Dessa forma, o sincretismo de culturas é uma forte característica, representado na dança e nos rituais por exemplo.

Manifestações Culturais

– Pajelanço e umbanda;

– Dança do Birim, Balanceio, Carneiro Xurumé, Pinhão, Laranjeira e Queca-Coco-Nega, similares à Dança do Coco;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– O povo Tabajara da Aldeia de Fidélis realiza a Festa de Iemanjá todo dia 15 de agosto;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

 Práticas Alimentares

– Garrafada;

– Doce de gergelim;

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tabajara - Tamboril

O povo tabajara se divide em municípios do interior do Estado. Parte mora na comunidade de Olho d’Água dos Canuto, que fica em Monsenhor Tabosa, bem próximo à cidade-sede. Outras 25 famílias vivem na comunidade de Grota Verde, distante 35 km da cidade da sede do município de Tamboril. Praticam a agricultura e a medicina popular, sendo hábeis no fabrico de remédios caseiros, como meizinhas e garrafadas.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tabajara - Poranga

O povo tabajara se divide em municípios do interior do Estado. Parte mora na comunidade de Olho d’Água dos Canuto, que fica em Monsenhor Tabosa, bem próximo à cidade-sede. Outras 25 famílias vivem na comunidade de Grota Verde, distante 35 km da cidade da sede do município de Tamboril. Praticam a agricultura e a medicina popular, sendo hábeis no fabrico de remédios caseiros, como meizinhas e garrafadas.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tabajara - Crateús

O povo tabajara se divide em municípios do interior do Estado. Parte mora na comunidade de Olho d’Água dos Canuto, que fica em Monsenhor Tabosa, bem próximo à cidade-sede. Outras 25 famílias vivem na comunidade de Grota Verde, distante 35 km da cidade da sede do município de Tamboril. Praticam a agricultura e a medicina popular, sendo hábeis no fabrico de remédios caseiros, como meizinhas e garrafadas.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tabajara - Quiterianópolis

Conhecidos também como Tabajara de Fidélis, migraram do município de Crateús em busca de melhores condições de vida e possuem uma profunda relação entre negros e índios. Dessa forma, o sincretismo de culturas é uma forte característica, representado na dança e nos rituais por exemplo.

Manifestações Culturais

– Pajelanço e umbanda;

– Dança do Birim, Balanceio, Carneiro Xurumé, Pinhão, Laranjeira e Queca-Coco-Nega, similares à Dança do Coco;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– O povo Tabajara da Aldeia de Fidélis realiza a Festa de Iemanjá todo dia 15 de agosto;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Garrafada;

– Doce de gergelim;

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Potyguara - Monsenhor Tabosa

Os indígenas do povo Potyguara moram em várias aldeias, localizadas em Monsenhor Tabosa: Jacinto, Chupador, Merejo, Longar, Tourão e Mundo Novo, entre outros. Reúne os povos do movimento Potygatapuia para confraternizações, principalmente na aldeia Mundo Novo, pela localização privilegiada. Lá, existe um platô no alto de uma serra, com impressionante paisagem.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

– Reuniões de vários povos para casamentos e batizados;

– Dança do Povo Caceteiro;

Artesanias

 Fiar roupas de algodão;

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Potyguara - Tamboril

Os indígenas do povo Potyguara moram em várias aldeias, localizadas em Monsenhor Tabosa: Jacinto, Chupador, Merejo, Longar, Tourão e Mundo Novo, entre outros. Reúne os povos do movimento Potygatapuia para confraternizações, principalmente na aldeia Mundo Novo, pela localização privilegiada. Lá, existe um platô no alto de uma serra, com impressionante paisagem.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

– Reuniões de vários povos para casamentos e batizados;

– Dança do Povo Caceteiro;

Artesanias

 Fiar roupas de algodão;

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Potyguara - Crateús

Os indígenas do povo Potyguara moram em várias aldeias, localizadas em Monsenhor Tabosa: Jacinto, Chupador, Merejo, Longar, Tourão e Mundo Novo, entre outros. Reúne os povos do movimento Potygatapuia para confraternizações, principalmente na aldeia Mundo Novo, pela localização privilegiada. Lá, existe um platô no alto de uma serra, com impressionante paisagem.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

– Reuniões de vários povos para casamentos e batizados;

– Dança do Povo Caceteiro;

Artesanias

 Fiar roupas de algodão;

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Potyguara - Novo Oriente

Os indígenas do povo Potyguara moram em várias aldeias, localizadas em Monsenhor Tabosa: Jacinto, Chupador, Merejo, Longar, Tourão e Mundo Novo, entre outros. Reúne os povos do movimento Potygatapuia para confraternizações, principalmente na aldeia Mundo Novo, pela localização privilegiada. Lá, existe um platô no alto de uma serra, com impressionante paisagem.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

– Reuniões de vários povos para casamentos e batizados;

– Dança do Povo Caceteiro;

Artesanias

 Fiar roupas de algodão;

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tubiba-Tapuia - Monsenhor Tabosa

A origem do nome vem da junção de “Tubiba”, que se refere há um tipo de abelha, e “Tapuia”, que são índios rebeldes, não aldeados. As famílias indígenas vivem em duas comunidades do município de Monsenhor Tabosa: Pau Ferro e Boa Vista. Como é uma região serrana, ali há inúmeras “locas”, cavernas, onde há pinturas rupestres e artefatos arqueológicos, resquícios dos antepassados. Foi um dos últimos povos a se autoidentificar, sendo acolhidos pela Assembleia dos Povos Indígenas do Ceará em 2006.

Manifestações Culturais

– Coleta de frutos e casca de plantas para fazer remédio e tinta para suas vestes e pinturas para os rituais;

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

 Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Kalabaça - Poranga

Eram conhecidos como jandaíras pelo manejo do mel de abelha jandaíra, os Kalabaça praticam caça, agricultura e a pesca no rio Poty. Tradicionalmente utilizam a cabaça em afazeres domésticos.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Kalabaça - Crateús

Eram conhecidos como jandaíras pelo manejo do mel de abelha jandaíra, os Kalabaça praticam caça, agricultura e a pesca no rio Poty. Tradicionalmente utilizam a cabaça em afazeres domésticos.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Kariri - Crateús

Um dos primeiros povos a se identificar como indígena na região, o povo Kariri tem como liderança a Dona Tereza Kariri, que decidiu lutar pela tradição de seus antepassados. Sua família chegou em Crateús após sair do Crato em busca de melhores condições de vida. Em 1998, foi ela quem revelou sua descendência Kariri para Maria Amélia Leite em visita à Romaria de Canindé. Eles têm como símbolo a manutenção do fogo em suas casas para que as chamas possam dar força ao povo.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Kariri - Crato

Um dos primeiros povos a se identificar como indígena na região, o povo Kariri tem como liderança a Dona Tereza Kariri, que decidiu lutar pela tradição de seus antepassados. Sua família chegou em Crateús após sair do Crato em busca de melhores condições de vida. Em 1998, foi ela quem revelou sua descendência Kariri para Maria Amélia Leite em visita à Romaria de Canindé. Eles têm como símbolo a manutenção do fogo em suas casas para que as chamas possam dar força ao povo.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;

Tupinamba - Crateús

Vivem na periferia de Crateús, ocupando a Terra Prometida, junto com os Tabajara e os Kalabaça. Todas as famílias são descendentes do Seu Severino Tupinambá.

Manifestações Culturais

– Uso de plantas e ervas medicinais;

– Dança do Toré;

Artesanias

– Trançado a partir de fibras vegetais como cipó, carnaúba e tucum;

– Arte plumária com penas e plumas de árvores, presente em adereços e ornamentação;

– Pintura e grafismos corporal com jenipapo e urucum;

Práticas Alimentares

– Mocororó, bebida extraída do caju, usada em rituais;

– Diversas iguarias derivadas da mandioca como tapioca, beiju e bolo;